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MANIFESTO PELA REVISÃO DO
ORÇAMENTO DE ESTADO DE 2010, REDUZINDO 1,1% DAS DESPESAS
CORRENTES E POUPANDO 1700 MILHÕES DE EUROS QUE PRETENDEM
COBRAR DOS NOSSOS IMPOSTOS
O Movimento Cidadania
Pró-Activa proclama:
1) Foi analisado o
Orçamento de Estado para 2010, publicado no DR e
constatado que a necessidade de uma cobertura adicional
de mil e setecentos milhões de euros seria perfeitamente
dispensável se cada Ministério e demais Instituições
Gerais do Estado, em cada 100 euros, poupem um euro e
onze cêntimos (€1,11!) aproximadamente.
2) Neste site
www.cidadaniaproactiva.org
apresentam-se os quadros
que fundamentam, liminarmente, a proposta acima
explicitada.
3) Nessa proposta não são
mexidas as dotações orçamentais para a Saúde, para o
Ensino Secundário, para a Segurança Social e para a
Cultura, tão pouco, não é mexida qualquer rubrica
(Código 50) destinada aos investimentos do Plano em cada
área ministerial.
4) As Autarquias Locais e
as Regiões Autónomas mantêm, totalmente, as respectivas
dotações orçamentais.
5) Pedir sacrifícios ao
Povo (trabalhador) português, aos empresários, aos
pensionistas e reformados, e aos que recebem o subsídio
de desemprego (que são cada vez mais em maior número),
mantendo, ao mesmo tempo, incólumes as despesas
correntes da Administração Pública Central (ou seja, as
despesas que não geram receitas) é, manifestamente,
injusto e viola, materialmente, o princípio
constitucional do direito à igualdade, lato sensu.
6) Justifica-se,
inexoravelmente, que o Governo mude de atitude, mostre
coragem, DÊ O EXEMPLO, e NÃO AUMENTE os impostos,
directos e indirectos.
7) Caso o Governo nada
faça, e ignore este movimento pacífico e moderado de
cidadãos, está a ser preparada uma petição a apresentar
na Assembleia da República exigindo a alteração à Lei do
Orçamento de Estado, designadamente ao Mapa II
("Despesas dos Serviços Integrados, por Classificação
Económica, Capítulos"), Mapa esse aprovado pelo artigo
1.º da Lei n.º 3-B/2010, d 28 de Abril, publicada no
Diário da República, 1.ª Série, N.º 82, de 28 de Abril
de 2010.
8) A petição recolherá
mais de 5000 assinaturas para que seja discutida em
Plenário da Assembleia da República.
9) Cabe a ti, cidadão
português mostrares que te preocupas com o futuro dos
teus filhos e que pretendes moralizar as contas públicas
de um Estado tecnicamente falido e sempre gastador, à
custa do trabalho alheio.
10) Não podem ser sempre
aos mesmos a pedirem-se sacrifícios, sobretudo pelas
asneiras que são feitas com os impostos que pagamos,
sustentando políticos (e clientelas) que não defendem
Portugal, nem o seu Povo, não trazem valor acrescentado
à nossa economia (cada vez mais endividada) e, muito
menos, não protegem as classes mais desfavorecidas.
11) Quem não tem dinheiro
e não pode pedir emprestado, então que poupe até tê-lo.
Isto é básico. Devia ser assim nas famílias, nas
empresas e devia ser com o Estado! Se, por exemplo, os
Presidentes de Câmara querem novas pontes, que poupem
dinheiro para as construírem e não alinhem, como
fidalgos falidos mas sempre festeiros, num aumento
injustificado de impostos.
12) Para que não acusem o
Movimento Cidadania Pró-Activa de apenas criticar ou de
apresentar propostas demagógicas, o documento de análise
às despesas, se analisado com isenção, prova que é
perfeitamente exequível a redução apresentada, a qual
calaria quer os países dominantes da União Europeia,
quer as próprias agências de rating.
13) O Movimento apela a
cada cidadão português que não seja conivente com este
estado de coisas; que, ao menos uma vez na vida, ganhe
coragem para, mais do que reclamar, reagir, nesta
perspectiva positiva, pró-activa e inovadora, de modo a
moralizar, definitivamente, o procedimento daqueles que
nos dirigem politicamente e que, como tal, deveriam ser
os primeiros a dar o exemplo.
14) Aderir ao movimento é
um acto de patriotismo.
15) O Movimento Cidadania
Pró-Activa não está contra os Partidos Políticos, é
supra-partidário e cinge-se a um único e claro
objectivo: reduzir em 1,1% as despesas correntes (as que
não geram investimento) dos Órgãos Centrais do Estado.
16) O Movimento
compreenderá o constrangimento dos cidadãos que sejam,
ao mesmo tempo, militantes partidários, em especial
daqueles que são dos Partidos que estão de acordo quanto
ao aumento de impostos.
17) Para que tais
militantes fiquem, todavia, com a consciência tranquila
e adiram, sem reservas, ao Movimento Cidadania
Pró-Activa, pensem se será mais importante dar
prioridade aos interesses dos Partidos (e da sua classe
dirigente) ou aos interesses de Portugal. Em função
dessa reflexão decidam aderir a esta iniciativa de
cidadãos preocupados com o rumo do nosso País e com a
ausência de perspectivas futuras, às quais o pretendido
aumento de impostos não dará resposta.
18) O Movimento não
instiga a qualquer tipo de violência, nem é instrumento
de qualquer força partidária.
19) Os seus principais
mentores são cidadãos moderados, com diferenças
políticas e partidárias entre si, mas que comungam um
objectivo essencial para uma Democracia de corpo
inteiro: a moralização das contas públicas.
20) Tem de haver uma
Ética Mínima Garantida na condução dos destinos de
Portugal, que não se compadece com a imposição
permanente de sacrifícios aos mais fracos, aos que não
estão ligados a partidos, aos que não têm cunhas para
ocupar lugares na função pública, institutos públicos e
sector empresarial do Estado.
21) O Movimento Cidadania
Pró-Activa pugna pela primazia do mérito e da
competência em detrimento dos compadrios
político-partidários. Sem tais valores, a criatividade e
o empreendedorismo, alavancas fundamentais para a
reabilitação da Economia, não têm espaço para florescer
e desenvolver.
22) O Movimento está
consciente de que cada vez mais as Multinacionais se vão
sobrepor ao peso dos Estados. Esta lógica económica não
pode imperar, pelo menos em Portugal. E, precisamente,
para não estarmos dependentes do ponto de vista
financeiro, não podemos deixar o Estado português ter
orçamentos sucessivamente deficitários, ficando assim
dependente de financiamento internacional.
23) O Movimento Cidadania
Pró-Activa lamenta a falta de criatividade governativa
(e da oposição) traduzida na ausência de propostas
alternativas como a que é, agora, apresentada. Não basta
iludir a população com protestos e declarações de
intenção, é preciso mais! Daí que este Movimento
desafie, vivamente, as próprias forças partidárias a
tornarem-se melhores, do ponto de vista qualitativo. Só
assim Portugal beneficiará.
24) O Movimento Cidadania
Pró-Activa considera ser este o momento para por termo à
falta de ética generalizada, à falta de brio, ao
facilitismo e ao desperdício que grassam no País. E
convida o Presidente da República a exercer, de facto,
as suas funções de Chefe de Estado, sendo o primeiro a
reduzir uns meros € 229.826,24 da dotação anual de 17
milhões e 464 mil euros com que foi contemplado pela
predita Lei Orçamental.
25) O Movimento Cidadania
Pró-Activa está disponível para colaborar com todas as
forças vivas da Sociedade, com todas as forças
partidárias não extremistas, e com os Órgãos de
Soberania, que visem, de facto e sem retórica, limpar a
face de Portugal, a bem dos nossos filhos e dos nossos
netos.
Viva Portugal e Vivam os
Portugueses!
Pedro Marques de Sousa
Movimento espontâneo
supra-partidário
CIDADANIA PRÓ-ACTIVA
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cidadaniaproactiva@gmail.com
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